quinta-feira, 6 de maio de 2010

Grandes marcas e o porquê do seu sucesso

Você já parou para pensar no quanto o marketing influencia na vida das pessoas?

Vamos pensar então:

Quando você tem vontade de tomar um achocolatado, no que logo você pensa?

"Nossa, quero muito tomar um achocolatado em pó com leite bem quentinho!"

É isso mesmo...?

Ou será que é:

"Nossa, quero muito tomar um Nescau bem quentinho!"

Ou então, quando sua mãe pede pra você alcançar a lã de aço:

"Filhoo! Pega lá o bombril pra mim!"


Ou ainda, quando você não tem tempo de preparar nada de especial para comer... e acaba optando pelo velho e prático miojo.

Mas espera aí! Não seria macarrão instantâneo?!

Que tipo de mágica as empresas Nestlé, Bombril e Nissin utilizaram para fazer com que mais de noventa por cento da população no momento em que pensasse em um dos produtos acima, o ligasse imediatamente com a marca?


Não é mágica, é marketing.


Propagandas de TV, outdoors, anúncios em revistas, jornais, sites, supermercados e, é claro, o clássico boca-a-boca.


O boca-a-boca acontece da seguinte forma: Maria vai ao supermercado, encontra um produto novo, diferente, interessante. Resolve comprá-lo para testar. Chegando em casa o aprova imediatamente. Comenta com Joana, sua vizinha, que decide experimentar também. O produto é aprovado mais uma vez. Joana então conta pra sua mãe, que comenta com sua tia, que fala pra sua melhor amiga, que conta pro padeiro, que comenta com o carteiro... e assim vai.

Isso prova que não basta o produto ter uma boa aparência, ser bem elaborado e diferente - é essencial que ele tenha conteúdo e que cumpra com o que promete oferecer.

As marcas citadas acima são um ótimo exemplo. São um sucesso há anos e, por mais que mudem, não saem da cabeça do povo. Trabalharam duro e elaboraram campanhas excelentes, mas o que fez com que elas ficassem tão famosas foi, de fato, o boca-a-boca.

E não se preocupe, caso você fale Nescau ao invés de achocolatado em pó, ou Miojo no lugar de macarrão instantâneo. Não é errado.

Alguns professores podem chamar isso de "falhas na linguagem", mas nós, comunicadores, chamamos de marketing.

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