
Chamada Xtra-Lok Min, a nova tampinha é cerca de 4 milímetros mais baixa que a tradicional, o que desencadeou uma economia de 1,5 grama de resina PET por embalagem. Como resultado, a Coca Cola conseguiu reduzir custos e o impacto ambiental de seus produtos, com menor consumo de matéria-prima e energia na produção.
Contudo, reclamações surgiram.
Apesar do design inovador, as novas tampinhas tem dado o que falar. Com a diminuição de matéria, a área de atrito (entre a mão e a tampa) ficou significativamente mais baixa, o que significa, para nós consumidores, maior dificuldade na hora de abrir. Segundo a Coca Cola, isto acontece porque as novas tampas prometem segurar o gás do refrigerante por mais tempo - já que são mais apertadas e evitam a entrada de ar.
Mas os consumidores estão mais interessados em praticidade do que em durabilidade. As novas tampinhas, por ora, estão sendo condenadas pela população. A maior questão é se a Coca Cola irá voltar atrás na sua decisão, ou se nós, consumidores, teremos que nos acostumar com o novo design.
Nossa, eu super machuco as minhas mãos com essas novas tampinhas. O que é uma problemática grave na minha situação, uma vez que eu sou professor de surdos e me comunico através da língua de sinais. Com mãos machucadas, a minha sinalização acaba sendo prejudicada.
ResponderExcluirNão bebo coca.
ResponderExcluirPega um paninho coloca na tampinha, e fica bem mais facil para abrir, ou prejudica o meio ambiente, nós decidimos. Blog tá muito bom.
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